domingo, fevereiro 12, 2006

Sugestão literária

Para aqueles que querem escrever histórias românticas, deixo aqui uma excelente metáfora comparativa, quando querem que um personagem não consiga descrever a extraodrinária beleza de uma mulher: "Não consigo descrever o teu rosto, de tão maometano que é".

(Por maometano, entenda-se algo que é tão belo que está apenas ao alcance de ser entendido pela imaginação divina.)

Pergunta pertinente 5

Será que os crentes muçulmanos queimarão todos os espelhos onde Maomé alguma vez se viu reflectido?

Pergunta pertinente 4

Se a montanha vier, como é que saber que encontrou o Maomé, se nunca viu a cara dele?

Pergunta pertinente 3

Como será o retrato de família do Maomé?

Se Maomé mandasse alguma coisa...

... mandava matar os papparazzi; e o Bin Laden: dois arautos de Alá são demais para um só mundo muçulmano. Para além disso, cheira-me que o Maomé não quer deixar este tipo de coisas entregue aos "miúdos", como ele lhes chama.

Pergunta pertinente 2

Seguindo a linha de pensamento de anterior, que caras é que os jogadores árabes que sejam profundamente crentes numa entidade superior colocarão nas camisolas para mostrarem aos espectadores quando marcam um golo?

Pergunta pertinente

Se os muçulmanos não podem reproduzir imagens icónicas do seu profeta maior, de que forma aldrabarão os peregrinos árabes em Meca e Medina?

sábado, fevereiro 11, 2006

5 hábitos estranhos

A convite da Mafalda,vou-me entreter a pensar e a enumerar cinco hábitos estranhos que tenho:


1 - Tomo banho a ouvir música e antes de entrar na banheira, imito os artistas que estou a ouvir enquanto me estou a despir e falo caretas ao espelho

2 - Quando vou ao cinema, descalço-me na sala de cinema e vejo assim os filmes

3 - Antes de me levantar da cama, conto até 40, para prolongar o prazer dos lençõis quentes.

4 - Quando estou a explicar alguma coisa às pessoas, não evito demonstrar por meio de acções o que estou a fazer. Por exemplo, se estou a dizer "e o rapaz faz flexões", vou imediatamente ao chão e ponho-me a fazer flexões.

5 - Segundo uma amiga minha húngara, tenho um hábito que lhe é estranho: canto dentro de autocarros, e enquanto vou a andar na rua.

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

A lista continua

E aqui ficam mais nomes de terras que acho engraçados:


Terras de Bouro

Penedouno

Sver do Vouga

Nisa

Panasqueira

quinta-feira, fevereiro 09, 2006

Niepce deve estar contente



Ah pois deve, porque é para coisas destas que ele inventou a fotografia.

Estas são Scarlett Johansson e Keira Knightley. Nham, nham...

Ah, e o tipo mal encarado é um tal de Tom Ford.

A piada de hoje



A maior parte das críticas portuguesas que tenho lido ao filme "Munich" podiam ser resumidas no seguinte parágrafo:

"Spielberg com mais do mesmo: de facto, o realizador norte-americano continua a fazer o mesmo tipo de filmes com este "Munich", uma pseudo-intelectualidade sem grande coisa a dizer e puxando a brasa para o seu judaísmo fiel e primário. Lamechice a rodos e personagens com a espessura de uma folha de papel."´

Sempre tive a teoria de que há um certo ódio anti-Spielberguiano, e aí podem contrapôr que se calhar gosto demasiado da obra do homem. É possível. mas a partir do momento em que supostos especialistas em cinema enfima no mesmo saco filmes como "E.T", "Os salteadores da arca perdida", "Tubarão" ou "A lista de Schindler", não acham que há alguma irracionalidade por aqui?

Humano



Uma coisas que toda a gente já teve a roer por dentro foi aquela sensação de que fazemos algo para alguém, com toda a nossa dedicação, porque nos importamos com a essa pessoa. Pode não ser a nossa maior obra de arte, mas investimos tempo, imaginação, trabalho e uma certa dose do nosso lado afectivo no que estamos a fazer. O pior é quando a reacção da outra pessoa é ténue, quase inexistente ou mesmo nula. Já alguma vez sentiram isso? Pois bem, é assim que me estou a sentir agora. bem, é assim que normalmente me sinto. Como código moral pessoal, e os nossos códiogos morais podem ser taõ diferentes às vezes, acho que é minha obrigação dar uma certa palavra de apreço se uma pessoa me oferece algo feito por ela, ou me ecsreve qualquer coisa, ou simplesmente tem um gesto para comigo. Gosto de retribuir, porque me sinto bem assim e porque quero que a outra pessoa saiba que eu reparo e que me preocupo. Faz parte de mim. bem, do mue verdadeiro eu, claro, não do outro.
Claro que eu já devia saber que esta coisa dos bons sentimentos, pelo menos no que a mim me diz respeito, é normalmente um caminho de ida, sem volta. Há ainda alguém que tenha dúvidas sobre porque é que eu pareço tão ácido e sarcástico às vezes?

E não, não voltei a estar deprimido, o que não me impede de me questionar acerca de alguns porquês.

terça-feira, fevereiro 07, 2006

Road to the Oscars: "Munich"



Imaginem um filme que vos agarra pelos colarinhos e que durante duas horas e meia anda convosco de um lado para o outro com violência, aos socos e pontapés, abanões e repelões, sem parar um momento para que tenham hipótese de respirar. É mais ou menos essa a sensação com que saí do filme "Munich", a nova obra (-prima?) de Steven Spielberg, um objecto que parece por vezes sair totalmente da esfera Spielberguiana, daquele território que críticos pouco informados e gente cheia de preconceitos relaciona com o realizador norte-americano: um mundo mágico, cheio de sonhos e luz, onde tudo corre bem e o mundo é perfeito. Em "Munich", Spielberg torna-se sombrio, pessimista, cínico. Vira-se para o lado negro.

Toda a gente conhece a premissa: após os atentados de 1972, nos Jogos Olímpicos de Munique, perpetrados pela organização terrorista palestiniana "Setembro Negro", onde morreram 11 atletas israelitas, o governo de Israel decide ripostar à altura: organiza uma equipa de especialistas que partirão em busca dos cérebros dos atentados, 11 homens, com um único objectivo, matá-los. É a lei do talião levada à última das significâncias. Mas esta missão de vingança começa a ficar comprometida à medida que vão avançando de alvo para alvo: para além de serem perseguidos por outros serviços secretos, são perseguidos por eles mesmos e pelo sangue que vão derramando pelo caminho.

O género onde se insere é o do thriller político e de espionagem, com a equipa a viajar pelo Mundo em busca dos seus alvos (de Paris a Londres, passando por Roma, Beirute e Chipre), mas à medida que o filme se desenrola, e os operacionais se começam a questionar sobre o porquê da missão e a validade desta, a consciência começa a pesar. Avner, o líder (interpretado por um colossal Eric Bana, roubado da nomeação ao Óscar), um homem que parte em missão deixando a mulher grávida de oito meses, parece disposto a tudo pelo estado de Israel, mas a sua humanidade começa a perder-se até um ponto onde ele próprio mais parece um zombie que um ser humano; Steve, um sul-africano (Daniel Craig, o próximo Bond) é um homem cheio de raiva pelos Árabes e sem grande questões morais, cujo único valor é o do sangue judeu, a que não será alheia a sua nacionalidade; Robert (Mathieu Kassovitz) é o homem das bombas que acabam por dar problemas; Carl (o excelente Ciáran Hinds) trata de limpar as cenas do crime e é o único que questiona a legalidade da missão desde o início; Hans (Hans Zischler) trata dos documentos forjados e várias vezes se mostra disponível para dar a própria vida em prol da missão; todos eles se vão perdendo à medida que o filme decorre. Quem procura mensagens morais em cliché e apelos ao lado palestiniano ou ao lado israealita, desengane-se: não saí do filme contra uns ou contra outros, apenas a pensar na situação. O que o filme faz é, acima de tudo, questionar e humanizar, e talvez por isso apanhe tanta tareia: a tendência humana de maniqueísmo faz com que se tenham os bons como heróis indefectíveis e os maus como diabos. Os Árabes que aparecem no filme são homens normais: um é um poeta; o outro um homem de família; alguns apenas homens com ideias. Mesmo os palestinianos dos atentados de Munique são mostrados como jovens inseguros, mais controlados pelo medo e pela adrenalina que pela maldade. Além dos terroristas, humaniza os agentes da Mossad: retira-os do papel de anjos exterminadores (e a metáfora é utilizada pelo argumentista Tony Kushner numa das cenas do filme), prontos a cumprir ordens sem questionar e coloca-lhes dúvidas na alturas de premir o gatilho. Talvez seja isso que mais chateia Israel.

Tecnicamente, Spielberg mostra, à saciedade, porque é um dos melhores realizadores do mundo, desde a montagem à fotografia, passando pela estética dos anos 70 e por um domínio da narrativa e do suspense como ninguém: a cena em que um telefone toca e uma mmiudinha, filha de um dos alvos, o vai atender, é de deixar qualquer um stressado. No entanto, o maior elogio que se pode dar a Spielberg é que ele não tem medo de apresentar um filme assim ambíguo e explosivo nos tempos que correm, sendo que ele deve ser dos únicos que corre mais riscos vindos do lado israelita que do lado árabe: sendo, provavelmente, o mais influente judeu do mundo, e grande símbolo para as comunidades judaicas, o facto de alegar que as acções por vezes vingativas de Israel não são justas são um insulto para a cua prórpia comunidade. O tratamento que dá à figura de Golda Meir, colocando-a como principal responsável pela acção de vingança, é de um arrojo impressionante: trata-se simplesmente da "mãe" de Israel.

A crítica que escrevo, apesar de um bocadinho longa, é ainda assim pequena para descrver tudo o que retiro deste filme que vai bem para além desde estatuto: é um objecto de reflexão actualíssimo, uma obra-prima e provavelmente o melhor filme de Spielbeg, arrisco dizê-lo, desde "Saving private Ryan". Vai ser precisa uma década mais para se reconhecer o real valor deste filme. A mim, quer-me parecer que temos um clássico entre mãos, uma obra cuja importância é incontornável. Há dúvidas? Então vejam o plano final do filme e reparem num par de edifícios que aparece na linha do horizonte. Vejam lá se os conhecem.

The pen is mightier than the sword



Após alguma reflexão, e de ler coisas desde jornais a ocidentais a jornais do mundo muçulmano e passando por arengadas de comentadores dos dois lados, a minha primeira hipótese que avanço para este problema só pode ser uma: os Árabes sofrem do síndrome "O sexto sentido". Passo a explicar: para mim, eles estiveram tantos séculos a não saberem como era a cara do Maomé, sem ser por uma descriçãozinha no Corão, que se sentem revoltados pelo facto de o cartoonista dinamarquês o ter revelado antes que Maomé descesse à Terra. Sentiram-se frustrados, e eu compreendo o que sentem: também a mim me contaram, sem eu o pretender, o final do clássico de M. Night Shyamalan antes que o pudesse ver. No entanto, da dieferença entre mim e eles, para além do tom da pele, está que no meu caso, eu apenas dei um calduço no meu colega. Eles incendeiam embaixadas.

Numa outra perspectiva, menos parva incrivelmente, aventa-se que o cartoonista não teraá pensado em quem iria incomodar. Percebe-se porquê: primeiro, vive neste canto belo das democracias ocidentais;e e depois, habita num país nórdico e não está habituado às reacções absurdas que alguns fanáticos religiosos podem ter perante o que eles consideram blasfémias. Nisso, os Cristãos não andam muito longe dos Muçulmanos. Claro que já passou o tempo em que se acendiam fogueiras devido a isso, mas ainda hoje, quem pisar o risco sujeita-se: Scorsese que o diga, quando fez "A última tentação de Cristo". A reacção, no caso cristão, é normalmente subtil, embora não se despreze um assassinato ou outro de vez em quando: pressiona-se, critica-se, age-se subterraneamente. O protesto é normalmente mais verbal.
Claro que os europeus foram otários: bastava lembrarmo-nos do caso de Theo Van Gogh, realizador holandês assassinado em 2003, para saber que um fundamentalista árabe é alguém para quem matar em suposto nome de Alá é algo que moralmente o afecta tanto como calçar uma meia. Brincar com as crenças de outra pessoa é sempre perigoso. Embora a Europa conheça a beleza (e a teoria) que é a liberdade de expressão, muitos países árabes não a contemplam e mesmo que existisse, era certo, houvesse algum desenhador árabe que fizesse esta brincadeira, e não estaria agora vivo para contar a história: desenhar o rosto de Maomé é, segundo a religião árabe, entrar na esfera da imaginação divina, e isso, aparentemente, não é nada bom.

Acredito, porém, que a recção árabe é completamente desproporcionada e exagerada, e por uma razão: seja qual for o motivo, nunca o exercício de opinião de alguém deve ser condicionado. Para além disso, parece-me que a Dinamraca fica um bocadinho fora da jurisidição da grande nação árabe no que toca a leis. Os cartoons não são gratuitos, têm uma mensagem e o facto é que toda a gente tem o direito de discordar, mas o queimar de bandeiras e de embiaxadas parece-me, a mim que não sou especialista nestas coisas, um certo forçar do conceito de liberdade de expressão. Numa altura de instabilidade naquela região (e sejamos realistas, quando é que aquela região não anda instável), um cartoon que já teria, à partida, reacções fortes, superlativou o seu poder: a situação iraniana, com o seu afirmar de poder em relação ao Ocidente, o novo governo do Hamas na Palestina e o problema iraquiano, que já de si pisca ao olho ao choque entre Ocidente e Oriente, fazem com que uma charge que é habitual nos nossos meios de comunicação seja vista como mais um insulto do ocidente, eterno dominador, ao mundo árabe, antes dominado. Era inevitável: no fundo, o probelma nem são as caricaturas: é tudo o resto! Eu detesto ser um arauto de desgraça, mas todas as grandes barafundas históricas começaram com pequenas tricas destas. Embora não esteja a dizer que vai ser daqui algo de revolucionário, é só um aviso.
O jornal dinamarquês recusou-se a tirar os desenhos; e fez bem. Agora, uma coisa é certa: a tinta é uma coisa que se pode esfregar e sair, mas não se pode apagar o sangue.

domingo, fevereiro 05, 2006

Ensinamentos

Um colega meu que está no curso de Filosofia exibia-me o seu saber em filósofos vários, pois tinha exame amanhã. A certa altura, ele pergunta-me se a História também pode oferecer respostas para o sentido da vida. Defender a História é sempre difícil. A maior parte das pessoas que conheço ou a vê como algo chato, inútil ou simplesmente digno de fait-divers. Pensei em dissertar sobre personalidades históricas, sobre as morais das suas bigrafias; acontecimentos importantes do passado e ideologias. Foi então que lhe respondi que a nossa discussão era inútil. Para mim, a vida não tinha grande sentido. Ele pergunta-me porquê, quando parece que estamos sempre destinados a algo. Eu respondi que se a vida tivesse realmente um sentido, não teríamos sido jogados directamente para ela sem qualquer manula de instruções para a perceber e não chegaríamos a ir para a cova com a sensção de confusão perante a nossa vivência pessoal.
Não me parece que Sócrates tenha qualquer tipo de resposta para este problema.

sábado, fevereiro 04, 2006

Séries que não passam por cá



Já aqui referida no meu top Tv deste ano, "The wire" tem temática criminal, mas distancia-se dos maniqueísmos relativos de uma "Balada de Nova Iorque" e de qualquer série detectivesca centrada em mistérios. "The wire" é ocmbate ao crime puro e duro, a vida policial como ela é, e não como devia ser ou como nós pensamos que é, e leva-nos de igual maneira a penetrar no mundo dos criminosos, neste caso traficantes de droga, fazendo-nos conhecer os personagens que estão desse lado da barricada. Ao abordar o género policial com este ponto de vista, permite que, por vezes, sintamos empatia com os alvos das investigações.
"The wire" é incrivelmente bem escrito, será talvez uma das séries mais bem escritas que já vi, tanto a o nível de construção e desenvolvimento da trama, como na criação de diálogos e situações incrivelmente realistas. A sua descrição da vida urbana nos bairros sociais é impressionante, nunca moralista, sempre apoiada na plataforma humana. Mostra que os homens e mulheres que estão de um lado e do outro da lei são sere shumanos muito semelhantes até, mais do que eles próprios pensam.
A primeira temporada introduz-nos neste mundo: devido a um caso que parece girar em torno de um grupo de dealers de droga e cujos raios tocam em diversos departamentos da polícia de Baltimore, e também por causa da pressão de um juiz, é constituída uma equipa com elementos de diversos departamentos policias. Esse departamento é constituído por Jimmy McNulty, dos Homicídios, um rebeldedentro do departamento, que tena fazer as coisas à sua maneira, sem grande respeito pelos seus superiores, e com uma vida pessoal pouco mais que miserável, entre um quase divórcio e o quase alcoolismo; a detective Shakima Greggs, dos Narcóticos, é uma polícia durona, eficiente e que vive com uma mulher; o tenente Daniels é um oficial da polícia, que tem de gerir a sua própria ambição com a sua consciência, sendo que muitas vezes a sgeunda ganha e a primeira paga por isso; o detective Lester Freamon, dos Penhores, um anterior detective dos Homicídios e cuja proveniência esconde um método e talentos talhados para os grandes casos; Hauc e Carver, agentes dos Narcóticos que procuram ganhar respeitabilidade entre os colegas e que são a força bruta da brigada; Roland Pryzbylewski, genro de um comandante da Polícia, que vem parar ao destacamento por cunha; e Leander Sydnor, da Brigada de Trânsito, agente competente que parece ir ali parar por acaso.
Do outro lado, existe a família negra Barksdale: Avon, o chefe da quadrilha; D'Angelo Barksdale, seu sobrinho recentemente libertado da prisão e que não gosta da vida criminal da família; Stringer Bell, o cérebro da operação; Wee-Bey, Stinkum e Bird, os homens de mão; Bodie e Wallace, passadores do nível mais baixo; e Omar, um criminoso homossexual que rouba os traficantes.
A primeira temporada gira à volta destes dois núcleos, entrecruzando histórias, explorando personagens, fazendo-nos interessar lentamente por elas e pelas suas vidas. A sua temática é, portanbto, o negócio de droga e o seu combate,. Já a segunda série desenrola-se principalmente na docas de Baltimore, entre contrabando e tráfico de drogas e de mulheres, com a família Barksdale ao barulho, mas dando o papel principal a nível criminal a uma Máfia russa.
A série passa na Tv Cabo, no canal Fox, e é aconselhável para quem gosta não de boa televisão, mas de boa ficção a nível geral e para quem quer ver as coisas tais como elas são, sem medo da realidade.

quinta-feira, fevereiro 02, 2006

Os dez minutos antes de dormir...

...são para mim de refelxão sobre tudo e mais alguma coisa. Nesta última noite, este foi o menu, por ordem e em catadupa.

"Amanhã tenho de acordar às 9, senão não acabo o trabalho até 6ª

E se pudéssemos estar um com o outro todos os dias, seria diferente?
There's a traitor beneath my chest
Tenho de ver se arranjo tempo para ver "The wire". O McNulty vai tramá-los bem

Será que a Rita tem razão?
Ok, passo do Kossuth para Trianon e depois 1956
Que horas serão? Esqueci-me de tomar o Cê Gripe! Outra vez!
Agora o que vou escrever para o "Purgatório"?
Bem, eis uma coisa que ela nunca poderá saber.
Eu sou uma má pessoa. Só pode! tem de ser por isso
O que vou apostar no Superbola amanhã?
Não, eu sou uma boa pessoa
Porque é que sinto que a minha vida é um fracasso?
"Munich": YES!
Isso nunca vai acontecer!
Mas quando é que durmo? Estou a fcar com sono!

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

I can see the grand plan...



É impressão minha ou atribuir a Ordem do Infante D. Henrique a José Mourinho, afinal o maior conquistador da nossa História desde D. Afonso III, é uma indirecta à INglaterra para que tenha cuidado com a vingança por séculos de gozação, humilhações e de sernos enganados e burlados com base naa velha ideia de que somos aliados?

Duas formas de ver as coisas

Uma boa amiga minha dá-me uma boa sugestão, que às vezes tento seguir: quando pensar que a minha vida é má, tentar lembrar-me daqueles que passam fome, que T~em doneças incuráveis, que vivem na miséria. Por um lado, o conselho é positivo, visto que me ajuda, e a qualquer um de nós, a manter as coisas em perspectiva; mas por outro lado, transforma a vida no acto redutor de respirar.

Uma equipa de fé



A notícia que saiu há algumas semanas atrás de que vai passar a haver uma espécie de Liga dos Campeões europeia para jogos de futebol com padres pode vir a criar um novo clube em Portugal. É que há jogadores da Superliga com nomes que fazem lembrar o saudoso tempo dos Atletas da Cruz de Cristo, liderados por Marco Aurélio, defesa brasileiro que passou pelo Belenenses e pelo Sporting, e Milton Mendes, atleta com um sorriso que parecia nunca mais acabar. Aqui fica a consituição da equipa inicial num esquema tipo Koeman dos bons tempos:

Pedro Roma (Académica)


Bispo(P.Ferreira) Hélder Rosário(Boavista) João Paulo(U. Leiria) Dos Santos(Benfica)


Paulo Assunção(Porto) Santamaria(E.Amadora)


Binho(Naval) Elias(Gil Vicente) Ricardo Quaresma(Porto)


Saulo (U. Leiria)


Equipa técnica

Treinador: Paulo Bento (Sporting)
Treinador-adjunto: Jorge Jesus